06/12/2011
Tags: Ademilde Fonseca, Aracy de Almeida, Assis Valente, Bando da Lua, Carlos Galhardo, Carmen Miranda, Doris Monteiro, Elza Soares, Isaura Garcia, Maria Alcina, Maria Bethânia, Marília Pêra, Marlene, Martinho da Vila, Moreira da Silva, Nara Leão, Novos Baianos, Orlando Silva, Quatro Ases e um Coringa, Wanderléa
O compositor Assis Valente (1911-1958) teve uma vida trágica, mas perpetuou a alegria em sua obra. Alguns de seus melhores sambas e marchas estão no CD duplo Assis Valente não fez bobagem – 100 anos de alegria (EMI), entre releituras (CD 1) e gravações originais (CD 2). No primeiro, Novos Baianos, Maria Bethânia, Maria Alcina, Martinho da Vila, Wanderlea, Marília Pêra, Isaurinha Garcia, Aracy de Almeida e outros mestres dão aula de ritmo e irreverência. Destaque para raridades como Um jarro d’água, na voz de Marlene, Recenseamento, na de Ademilde Fonseca e o clássico Boas festas, com Doris Monteiro. Já no segundo, seus intérpretes mais constantes, Carmen Miranda e o Bando da Lua, se alternam com Dircinha Batista, 4 Ases e 1 Coringa, Orlando Silva, Carlos Galhardo e Moreira da Silva, na maioria em registros dos anos 30, auge da carreira do compositor. Vale ainda mencionar a qualidade técnica dessas gravações, apesar de tão antigas, e o fato de a maioria ser inédita no formato digital. O álbum acompanha uma mini-biografia escrita por mim, todas as letras e os anos originais de lançamento. Uma delícia!


Contracapa do CD Assis Valente não fez bobagem, com produção de Rodrigo Faour e design gráfico de Leandro Arraes (L&A Studio)
Repercussão:

Crítica de Marcus Preto - Folha de S. Paulo - 7.12.11
Crítica de Tárik de Souza – Revista Carta Capital

Crítica de Tárik de Souza - Carta Capital - Dezembro/2011
Matéria da Revista Época – On Line (Danilo Casaletti)
http://revistaepoca.globo.com/cultura/noticia/2011/12/cd-e-programa-de-tv-comemoram-os-100-anos-de-assis-valente.html
Matéria do Diário do Grande ABC (Thiago Mariano)
http://www.dgabc.com.br/News/5931140/cronista-eterno.aspx
Site Ziriguidum (Beto Feitosa)
http://www2.uol.com.br/ziriguidum/1112/111202-01.htm
Revista Sucesso!
http://www.portalsucesso.com.br/noticias/rica-obra-de-assis-valente-e-resgatada-em-coletanea-dupla
06/05/2008
Tags: Almirante, Aracy de Almeida, Noel Rosa, Orlando Silva
No Tempo de Noel Rosa (Coletânea, 1971) (Coleção “Essential Classics”) (BMG, 2004)
Pioneiro compositor a imprimir um tom coloquial em nossas letras, genial cronista de costumes e melodista inspirado, Noel Rosa (1910-1937) segue fascinando gerações. Esta coletânea traz o próprio Noel, seu amigo Almirante e suas intérpretes preferidas, Aracy de Almeida e Marília Batista, entoando algumas de suas pérolas – todas gravadas na RCA entre 1931 e 37. Rodrigo Faour
1. Por causa da hora – Noel Rosa
2. Cansei de pedir – Aracy de Almeida
3. Dama do cabaré – Orlando Silva
4. Prato fundo – Almirante
5. Triste cuíca – Aracy de Almeida
6. Maria Fumaça – Almirante
7. Nunca, jamais – Noel Rosa
8. Tarzan, o filho do alfaiate – Almirante
9. O orvalho vem caindo – Almirante
10. O maior castigo que eu te dou – Aracy de Almeida
11. Quem ri melhor – Noel Rosa e Marília Batista
12. Eu sei sofrer – Aracy de Almeida
Reedição produzida por Charles Gavin
Texto de contracapa assinado por Rodrigo Faour
Opinião da imprensa
Folha de S. Paulo – Pedro Alexandre Sanches
O Globo – Coluna Sonar / Antonio Carlos Miguel
05/05/2008
Tags: Aracy de Almeida
Aracy de Almeida – O Samba em Pessoa (Coletânea) (Coleção RCA 100 Anos) (BMG, 2003)
Aracy de Almeida (1914-88) foi uma mulher muito à frente de seu tempo. Freqüentava o meio musical machista de sua época com a cara e a coragem, seja nas rádios ou nos botequins, sendo uma das primeiras cantoras da MPB a obter sucesso em disco – em meados da década de 30 – e a divulgar a obra de Noel Rosa. Ela gravou na RCA Victor entre 1935 e 42, seu melhor período como lançadora de sucessos e que esta coletânea abrange muito bem. Ao ouvir esse CD, o ouvinte saberá porque seu slogan era “O Samba em Pessoa”. Rodrigo Faour
1. Tenha pena de mim
2. O que foi que eu fiz
3. Século do progresso
4. Com razão ou sem razão
5. Camisa amarela
6. Rapaz folgado
7. Último desejo
8. Quem mandou coração?
9. O maior castigo que eu te dou
10. Eu sei sofrer
11. Fez bobagem
12. Qual o quê
Inclui texto de contracapa assinado por Rodrigo Faour
01/05/2008
Tags: Aracy de Almeida
Aracy de Almeida – Ao vivo e à vontade (1988) (Warner Music, 2006)
Gravado ao vivo no Teatro Lira Paulistana, em São Paulo, no dia 30 de agosto de 1980, este disco trazia o estilo inconfundível de Aracy de Almeida (1914-1988), aos 66 anos, num espetáculo despojado e informal que fez história e acabou se tornando seu último LP, lançado logo após a sua morte. Idealizado e produzido por Tico Terpins e Zé Rodrix, a idéia era a de deixá-la o mais à vontade possível para contar seus “causos” e cantar o que quisesse, sem maiores combinações prévias. Ela optou por, entre uma conversa e outra, entoar os clássicos do repertório de Noel Rosa que não por acaso foram em sua maioria lançados por ela. O resultado é um disco que traduz à perfeição o espírito vanguardista, divertido e coerente desta intérprete que sempre gravou e falou o que quis, na chincha, sem mandar recado. Rodrigo Faour
1. Feitio de oração
2. Três apitos
3. Com que roupa?
4. O orvalho vem caindo
5. Entrevista
6. As pastorinhas
7. Último desejo
8. Palpite infeliz
9. Pela décima vez
10. Não tem tradução
11. Conversa de botequim
12. Até amanhã
Produzido por Tico Terpins e Zé Rodrix
Reedição produzida por Rodrigo Faour
Gerente de marketing estratégico: Gian Uccello
Coordenação de produção da reedição: Adriana Ramos
Opinião da imprensa
O Estado de S. Paulo – Lauro Lisboa Garcia
O Globo – Coluna “Gente Boa” / Joaquim Ferreira dos Santos
Revista Quem – Marcus Preto
O Globo – Antonio Carlos Miguel