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Doris Monteiro (1972)

Doris Monteiro (1972) (Coleção Doris Monteiro 70 Anos) (EMI Music, 2004)

Depois do magnífico LP de 71, Doris no ano seguinte não mexeu no time que estava ganhando, continuando mais eclética e cantando compositores com projeção àquela altura, como Toquinho & Vinicius (Regra três, que tocou bastante nas rádios), Antonio Carlos e Jocafi (Nego me chamou de imbecil), César Costa Filho e Walter Queiróz (Lero, Lero e Dose pra leão) e três doses de Sidney Miller (o sucesso Alô fevereiro, mais Ora, acho que vou-me embora e Essa menina). Vale destacar ainda Moço, uma raridade da dupla Roberto & Erasmo, lançada por Betinho na novela O Bofe. Tudo com a supervisão musical de Gaya e Geraldo Vespar. Rodrigo Faour

Inclui textos de contracapa e encarte assinados por Rodrigo Faour

1. Ora, acho que vou-me embora
2. Nego me chamou de imbecil
3. Dose pra leão
4. Sinceramente
5. Regra três
6. Tudo muda toda hora
7. Lero-lero
8. Quem dera
9. Essa menina
10. Pra você não chorar
11. O bondinho
12. Moço
13. Alô fevereiro

Produção e supervisão da reedição em CD: Charles Gavin

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Folha de S. Paulo – Pedro Alexandre Sanches

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Doris Monteiro (1971)

Doris Monteiro (1971) (Coleção Doris Monteiro 70 Anos) (EMI Music, 2004)

Com este quarto LP na Odeon de 1971, Doris atinge o auge de sua maturidade como intérprete e grava o melhor disco de sua carreira. A capa é linda, o repertório impecável e bastante diversificado e os arranjos de Lindolfo Gaya, perfeitos. Três faixas entraram definitivamente para seu repertório: É isso aí (Sidney Miller), De Pilantra e de Poeta (Alberto Land) e Conversa de Botequim (Noel Rosa e Vadico), que ficaria marcado anos mais tarde em sua voz graças a um comercial de TV. Fora isso, tem pepitas de Marcos Valle, Elizabeth, Sérgio Sampaio, Antonio Adolfo, Toquinho & Vinicius e até Caetano Veloso, em que Doris deita e rola De noite, na cama. Rodrigo Faour

Inclui textos de contracapa e encarte assinados por Rodrigo Faour

1. É isso aí
2. Mas que doidice
3. Mundo pequeno
4. Eu quero, eu quero, eu quero
5. De pilantra e de poeta
6. Ao amigo Tom
7. De noite, na cama
8. Hei você
9. Conversa de botequim
10. Coco verde
11. Vamos partir pro mundo
12. Mais um adeus

Produção e supervisão da reedição em CD: Charles Gavin

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Folha de S. Paulo – Pedro Alexandre Sanches

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Doris Monteiro (1970)

Doris Monteiro (1970) (Coleção Doris Monteiro 70 Anos) (EMI Music, 2004)

Cada vez mais versátil e madura, Doris gravava seu terceiro LP na Odeon (1970) munida de compositores da moda, que agora já injetavam mais veneno na bossa clássica, criando um samba com influência do rock e do funk. Vai de Nonato Buzar (A feira, tema composto para a novela Pigmalião 70), Jorge Ben (Se você quiser, mas sem bronquear), Erasmo (Coqueiro verde), além de um passeio pela pilantragem de Carlos Imperial (Garota do Pasquim), pelo repertório de sua favorita Elis Regina (Quaquaraquaquá), sem esquecer colegas de velhos carnavais, como Silvio César (No tempo da valsinha) e João Roberto Kelly (Festa na paróquia). Esqueci de alguém? Ouçam e confiram, please! Rodrigo Faour

Inclui textos de contracapa e encarte assinados por Rodrigo Faour

1. A feira
2. Vou deitar e rolar (Quaquaraquaquá)
3. No tempo da valsinha
4. Se você quiser, mas sem bronquear
5. Cafezinho
6. Comunicação
7. Coqueiro verde
8. Garota do Pasquim
9. Brasil, brasa, braseiro
10. Festa na paróquia
11. A peteca
12. Glória, Glorinha

Produção e supervisão da reedição em CD: Charles Gavin

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Doris Monteiro – Mudando de Conversa (1969)

Doris Monteiro – Mudando de Conversa (1969) (Coleção Doris Monteiro 70 Anos) (EMI Music, 2004)

Depois de lançar a clássica faixa-título deste LP num compacto em 1968, Doris gravava seu segundo LP na Odeon entre crônicas de época (o sucesso Garoto Paissandu, primo mais novo do Mocinho Bonito), romantismo crônico (Wave, de Jobim), regravações de sambas-canções de sucesso (Do, re, mi e Joga a rede no mar – em ritmo mais suingado – e Canção da volta) e nos braços dos maestros Lyrio Panicalli e Carlos Monteiro de Souza, mostrava-se uma intérprete mais madura e versátil, sem se prender a rótulos de cantora de bossa ou de samba-canção. Aliás, daí por diante, Doris seria da MPB, sem restrições. Rodrigo Faour

Inclui textos de contracapa e encarte de Rodrigo Faour

1. Garoto Paissandu
2. Violão, meu rei
3. Dó-Ré-Mi
Joga a rede no mar
4. Nem um talvez
5. Não fale em samba
6. Vou te contar (Wave)
7. Chamego
8. Vai ver
9. Canção da volta
10. Miss Universo
11. Mudando de conversa
12. Lembrando o dia

Produção e supervisão da reedição em CD: Charles Gavin

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Doris Monteiro – Simplesmente (1966)

Doris Monteiro – Simplesmente (1966) (Coleção Doris Monteiro 70 Anos) (EMI Music, 2004)

Disco de estréia de Doris Monteiro na Odeon, este Simplesmente foi gravado em 1966 e dá continuidade aos discos mais ligados à bossa nova que a cantora iniciou em sua fase Philips (1961-65). Nele a cantora grava um Chico Buarque iniciante (Meu refrão) e ataca bossas pouco manjadas, porém eternas, como E nada mais, Sem mais adeus, Muito à vontade, sem esquecer os clássicos Apelo (cantada sem tanto drama) e Fim de noite. As desconhecidas também são de ótimo nível. Tudo com arranjos de Lyrio Panicalli e Meirelles, uma beleza! Rodrigo Faour

Inclui textos de contracapa e encarte assinados por Rodrigo Faour

1. Meu refrão
2. Apelo
3. Celestial
4. E nada mais
5. Tudo o que você quiser
6. Aquarius
7. João gamadão
8. Deixa como está
9. Sempre segunda-feira
10. Muito à vontade
11. Sem mais adeus
12. Fim de noite

Reedição em CD coordenada por Charles Gavin

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