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Herivelto Martins ganha homenagem em forma de CD duplo em seu centenário

Depois de homenagear com CDs duplos os centenários de Assis Valente e Nelson Cavaquinho no ano passado, agora é a vez de Herivelto Martins, compositor excepcional que ajudou a fixar o sucesso do samba-canção no Brasil dos anos 40 e 50, além de belos sambas carnavalescos e uma série inspirada de tangos.

Herivelto Martins 100 anos – Faça de conta que o tempo passou (EMI Music) traz alguns de seus intérpretes originais mais marcantes como Dalva de Oliveira, Francisco Alves, Nelson Gonçalves, Linda Batista, Angela Maria, Aracy de Almeida, Miltinho, Silvio Caldas, 4 Ases e 1 Coringa, Trio Irakitan, Isaurinha Garcia, Roberto Silva, Os Cinco Crioulos, Trio de Ouro (do qual Herivelto fez parte como cantor) e outros mais contemporâneos, como Alcione, Maria Bethânia, Nara Leão, Elza Soares, Waleska além do jovem Márcio Gomes. Um deleite para os ouvidos.

Capa do CD HERIVELTO 100 ANOS - Faça de conta que o tempo passou, produzido por Rodrigo Faour

HERIVELTO 100 ANOS - Faça de conta que o tempo passou (produzido por Rodrigo Faour)

 

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Coletâneas Com textos assinados Discos

Série Super Divas traz cerca de 250 gravações raras ou inéditas no formato CD de 13 cantoras brasieliras

Amigos, após um ano e oito meses de trabalho, tenho o prazer de anunciar o lançamento da primeira série de coletâneas brasileira dedicada às nossas grandes cantoras. Super Divas, lançada pela EMI Music, tem belíssimo projeto gráfico de Flávia Oliveira e traz nos encartes um texto biográfico assinado por mim de cada uma das 13 cantoras da série, todas as letras e miniaturas das capas originais. Não foi fácil reunir tantas autorizações e conseguir todas as gravações, já que algumas matrizes se perderam, mas valeu a pena o esforço. Esta é uma das minhas maiores realizações profissionais. Agradeço muito a Jorge Lopes, da EMI, por abraçar este projeto.

O critério adotado em relação à escolha das cantoras foi incluir as divas que gravaram na Odeon e na extinta Copacabana que ainda tinham muito material raro ou inédito no formato CD. Dos 13 títulos da série, apenas dois são duplos, o de Dalva de Oliveira e o de Ademilde Fonseca – em que a mesma participou ativamente, comentando faixa a faixa, pouco antes de nos deixar aos 91 anos. As demais são: Angela Maria, Elizeth Cardoso, Maysa, Cláudia, Eliana Pittman, Waleska, Maria Alcina, Carmélia Alves, Rosana Toledo, Aracy de Almeida e Leny Eversong. Aproveitem!

 

 

Crítica de Carlos Calado - Guia da Folha de S. Paulo - 28/07/2012
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Coletâneas Discos

Assis Valente ganha coletânea dupla caprichada em seu centenário

O compositor Assis Valente (1911-1958) teve uma vida trágica, mas perpetuou a alegria em sua obra. Alguns de seus melhores sambas e marchas estão no CD duplo Assis Valente não fez bobagem – 100 anos de alegria (EMI), entre releituras (CD 1) e gravações originais (CD 2).  No primeiro, Novos Baianos, Maria Bethânia, Maria Alcina, Martinho da Vila, Wanderlea, Marília Pêra, Isaurinha Garcia, Aracy de Almeida e outros mestres dão aula de ritmo e irreverência. Destaque para raridades como Um jarro d’água, na voz de Marlene, Recenseamento, na de Ademilde Fonseca e o clássico Boas festas, com Doris Monteiro. Já no segundo, seus intérpretes mais constantes, Carmen Miranda e o Bando da Lua, se alternam com Dircinha Batista, 4 Ases e 1 Coringa, Orlando Silva, Carlos Galhardo e Moreira da Silva, na maioria em registros dos anos 30, auge da carreira do compositor. Vale ainda mencionar a qualidade técnica dessas gravações, apesar de tão antigas, e o fato de a maioria ser inédita no formato digital. O álbum acompanha uma mini-biografia escrita por mim, todas as letras e os anos originais de lançamento. Uma delícia!

Assis valente não fez bobagem - produzido por Rodrigo Faour

Contracapa do CD Assis Valente não fez bobagem, com produção de Rodrigo Faour e design gráfico de Leandro Arraes (L&A Studio)

   Repercussão:

Crítica de Marcus Preto - Folha de S. Paulo - 7.12.11

Crítica de Tárik de Souza – Revista Carta Capital

Crítica de Tárik de Souza - Carta Capital - Dezembro/2011

Matéria da Revista Época – On Line (Danilo Casaletti)

http://revistaepoca.globo.com/cultura/noticia/2011/12/cd-e-programa-de-tv-comemoram-os-100-anos-de-assis-valente.html

 

Matéria do Diário do Grande ABC (Thiago Mariano)

http://www.dgabc.com.br/News/5931140/cronista-eterno.aspx 

 

Site Ziriguidum (Beto Feitosa)

http://www2.uol.com.br/ziriguidum/1112/111202-01.htm

 

Revista Sucesso!

http://www.portalsucesso.com.br/noticias/rica-obra-de-assis-valente-e-resgatada-em-coletanea-dupla

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Com textos assinados

No Tempo de Noel Rosa (Coletânea)

No Tempo de Noel Rosa (Coletânea, 1971) (Coleção “Essential Classics”) (BMG, 2004)

Pioneiro compositor a imprimir um tom coloquial em nossas letras, genial cronista de costumes e melodista inspirado, Noel Rosa (1910-1937) segue fascinando gerações. Esta coletânea traz o próprio Noel, seu amigo Almirante e suas intérpretes preferidas, Aracy de Almeida e Marília Batista, entoando algumas de suas pérolas – todas gravadas na RCA entre 1931 e 37. Rodrigo Faour

1. Por causa da hora – Noel Rosa
2. Cansei de pedir – Aracy de Almeida
3. Dama do cabaré – Orlando Silva
4. Prato fundo – Almirante
5. Triste cuíca – Aracy de Almeida
6. Maria Fumaça – Almirante
7. Nunca, jamais – Noel Rosa
8. Tarzan, o filho do alfaiate – Almirante
9. O orvalho vem caindo – Almirante
10. O maior castigo que eu te dou – Aracy de Almeida
11. Quem ri melhor – Noel Rosa e Marília Batista
12. Eu sei sofrer – Aracy de Almeida

Reedição produzida por Charles Gavin
Texto de contracapa assinado por Rodrigo Faour

Opinião da imprensa

Folha de S. Paulo – Pedro Alexandre Sanches
O Globo – Coluna Sonar / Antonio Carlos Miguel
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Com textos assinados

Aracy de Almeida – O Samba em Pessoa (Coletânea)

Aracy de Almeida – O Samba em Pessoa (Coletânea) (Coleção RCA 100 Anos) (BMG, 2003)

Aracy de Almeida (1914-88) foi uma mulher muito à frente de seu tempo. Freqüentava o meio musical machista de sua época com a cara e a coragem, seja nas rádios ou nos botequins, sendo uma das primeiras cantoras da MPB a obter sucesso em disco – em meados da década de 30 – e a divulgar a obra de Noel Rosa. Ela gravou na RCA Victor entre 1935 e 42, seu melhor período como lançadora de sucessos e que esta coletânea abrange muito bem. Ao ouvir esse CD, o ouvinte saberá porque seu slogan era “O Samba em Pessoa”. Rodrigo Faour

1. Tenha pena de mim
2. O que foi que eu fiz
3. Século do progresso
4. Com razão ou sem razão
5. Camisa amarela
6. Rapaz folgado
7. Último desejo
8. Quem mandou coração?
9. O maior castigo que eu te dou
10. Eu sei sofrer
11. Fez bobagem
12. Qual o quê

Inclui texto de contracapa assinado por Rodrigo Faour