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Nesta quarta, dia 24, Faour lança no Rio o livro “A bossa sexy e romântica de Claudette Soares”

Capa do livro "A bossa sexy e romântica de Claudette Soares", de Rodrigo FaourQueridos, nesta quarta, dia 24 de novembro, a partir das 19h, estarei na  Livraria da Travessa de Ipanema, aqui no Rio, lançando meu novo livro, “A bossa sexy e romântica de Claudette Soares”, da Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial do Estado de SP. Além de fartamente ilustrado, o texto traz informações preciosas da cultura musical brasileira dos anos 50 a 70, especialmente. Claudette se destaca até hoje por ser uma artista com ótimo repertório, que nunca se vendeu à indústria, e foi uma mulher que esteve no epicentro de vários movimentos importantes da música brasileira – o auge do baião, a pré-bossa nova, a bossa nova propriamente dita e os festivais da canção -, além de ter sido uma mulher à frente de seu tempo, na vida artística e pessoal.

Claudette Soares e Rodrigo Faour no lançamento de sua biografia no Rio
Claudette e Faour na Livraria da Travessa de Ipanema (RJ)
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Bastidores – Cauby Peixoto: 50 Anos da Voz e do Mito

Bastidores – Cauby Peixoto: 50 Anos da Voz e do Mito (Ed. Record, 2001)
Esta biografia do maior ícone vivo da Era do Rádio brasileiro, Cauby Peixoto, foi lançada com uma festa de arromba na Modern Sound, importante loja carioca de discos, som e música em geral, comemorando os 50 anos de carreira do cantor. O livro mostra o pioneirismo deste intérprete que saiu de Niterói (RJ) e foi crooner de boates da noite paulistana entre o final dos anos 40 e início dos 50, até ser descoberto pelo empresário (e visionário) Di Veras, que em seis meses transformou Cauby no “maior cantor do Brasil” a custo de truques de marketing incomuns para a época – a exemplo do que, de certa forma, ocorrera dez anos antes com Frank Sinatra nos Estados Unidos.
Em 19 capítulos, o livro discorre, entre outros assuntos, sobre detalhes de sua família de músicos, que o rodeou desde a infância; as “macacas de auditório” que o perseguiam onde quer que ele fosse; sua fase de ostracismo e seu renascimento, em 1980, quando renovou seu repertório e ganhou um novo público e inédito carinho por parte da imprensa mais culta, que se mantém até os dias de hoje. O prefácio foi escrito pelo produtor musical Zuza Homem de Mello e a orelha é assinada pelo poeta/letrista Aldir Blanc.

Jornal do Brasil – Silvio Essinger

O Globo – Matéria sobre o lançamento do livro “Bastidores” na Modern Sound (RJ)

O Dia – Crônica de Aldir Blanc
(Reproduzindo o prefácio que escreveu para o livro “Bastidores”)
Folha de S. Paulo – Pedro Alexandre Sanches

Site Mix Brasil – Zé Gatti

O Estado de S. Paulo – Beatriz Coelho

Jornal Extra (RJ) – Simone Miranda

O Globo – Coluna “Pessoas” – César Tartaglia e Tânia Neves

O Globo – Coluna de Ricardo Boechat
O Dia – Eusébio Galvão

Jornal do Brasil – Coluna Supersônicas / Tárik de Souza

(Primeira nota sobre o livro)
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Revista do Rádio

Revista do Rádio – Cultura, Fuxicos e Moral nos Anos Dourados (Ed. Relume Dumará, 2002)

Este livro conta em seis capítulos a saga da Revista do Rádio, criada pelo jornalista Anselmo Domingos e editada entre 1948 e 1970. De estilo bem popular, a revista trazia informações e fofocas sobre o meio radiofônico brasileiro, incluindo os cantores, rádio-atores, locutores, humoristas e vedetes de então. Colunas como “Minha casa é assim”, “24 horas na vida de um artista”, “A pergunta da semana” e, principalmente, “Mexericos da Candinha”, marcaram época e fizeram escola na imprensa nacional.

Opinião da imprensa

O Globo – João Pimentel
Matéria sobre o lançamento do livro no Teatro do Jockey (RJ)

O Estado de S. Paulo – Ruy Castro
O Globo – João Máximo
Jornal Valor Econômico – Tom Cardoso
O Dia – Carlos Alberto Santos
O Globo – Coluna “Pessoas”
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História Sexual da MPB

História Sexual da MPB – A Evolução do Amor e do Sexo na Canção Brasileira (Ed. Record, 2006)


Este livro apresenta um estudo inédito sobre música e comportamento nas letras e danças do cancioneiro popular brasileiro desde o século XVIII aos dias atuais, com enfoque nos temas de amor e sexo. Os capítulos passeiam pela vocação de boa parte de nossa música do passado para a tristeza amorosa e a dor-de-cotovelo; pela evolução da mulher, da sensualidade e da homossexualidade em nossa sociedade refletida em canções; duplo sentido e transgressões em geral nestes temas, e uma análise do impacto causado na elite bem pensante do país pela dança do maxixe na virada para o XX e do funk carioca no início do século XXI.
Este livro apresenta ainda 64 páginas ilustradas mostrando esta evolução de comportamento afetiva e sexual do brasileiro em capas de discos nacionais. Também acompanha uma farta discografia organizada por tópicos temáticos. A quarta capa é assinada pelo jornalista e escritor Ruy Castro, a orelha pelo pesquisador Jairo Severiano e o prefácio pela sexóloga Regina Navarro Lins.

Opinião da imprensa
O Estado de S. Paulo – Lauro Lisboa Garcia

O Estado de S. Paulo – Continuação


O Globo – Antonio Carlos Miguel

Jornal A Tarde (Salvador – BA) – Márcia Ferreira Luz

Diário da Manhã – Adalto Alves

O Povo (Fortaleza – CE)

Jornal do Brasil – Coluna Gente / Heloísa Tolipan

(sobre o lançamento do livro na Livraria da Travessa – Ipanema, RJ)

Revista Quem – Marcus Preto

Revista Carta Capital – Pedro Alexandre Sanches

Revista Época

Revista G Magazine – Rodrigo de Araujo

Jornal da Tarde (SP) – Caio Quero

O Globo – Coluna Gente Boa – Joaquim Ferreira dos Santos

Revista de Domingo – Jornal O Globo

Revista Veja Rio

Site No Mínimo – Paulo Roberto Pires

Revista Rolling Stone – Marcus Preto

Jornal do Brasil – Coluna Supersônicas
(Primeira nota sobre o livro)