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Coletâneas Com textos assinados Discos Reedições

Nana Caymmi ganha caixa caprichada de 20 CDs produzida por Faour

É com muito orgulho que venho aqui divulgar a caixa “A dama da canção”, que produzi para a EMI Music, a convite do gerente de vendas da gravadora, Jorge Lopes. No conceito da caixa, achei interessante resgatar os cinco primeiros discos da cantora, gravados nas gravadoras Elenco, Trova (argentina), CID e RCA antes de a cantora assinar com a EMI-Odeon em 1979. O resultado é uma caixa com 18 álbuns de carreira, gravados entre 1965 e 2000, e mais o CD duplo “Eu sei que vou te amar… Nana Caymmi” com 41 faixas super selecionadas dentre todas as cerca de 130 avulsas que ela já registrou até hoje. O box inclui um libreto com uma mini-biografia e entrevistas especiais com a cantora e com seu irmão, Dori Caymmi, seu principal incentivador e arranjador de grande parte de seus discos.

Caixa de 20 CDS "A Dama da canção", produzida por Rodrigo Faour para a EMI Music

Matéria do Jornal O Globo
Matéria do jornal O Globo publicada em 25/12/2012

Matéria do jornal Folha de S. Paulo publicada em 6/01/2013

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1210027-caixa-com-19-discos-celebra-40-anos-de-carreira-de-nana-caymmi.shtml

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Trinta anos depois de nos deixar, Elis Regina ganha duas caixas de 12 CDs com direito a faixa inédita garimpada por Faour

Elis Regina nos anos 60 e Elis Regina nos anos 70. Assim, batizei as caixas que a Universal Music está lançando com todos os seus discos de carreira entre 1965 e 1979 gravados na antiga Philips/Phonogram, mais 58 faixas avulsas distribuídas nos CDs Pérolas Raras (reedição do CD que produzi em 2006) e os inéditos Esse mundo é meu (1965-1968) e o duplo No céu da vibração (1968-1981), que incluí um ensaio da canção Águas de março, com Tom Jobim, e a inédita Comigo é assim, samba-choro do repertório d’Os Cariocas e Ademilde Fonseca, sobra do LP Elis, como e porque, que descobri no baú da gravadora.

Além de novas remasterizações, de todas as capas, contracapas e encartes originais, todas as letras revisadas de seus álbuns de carreira e estas 4 bolachinhas de faixas avulsas, raras e inéditas, cada caixa traz um libreto com depoimentos exclusivos de produtores, compositores, músicos etc que trabalharam com a Pimentinha, nos ajudando a entender melhor porque 30 anos depois de sua morte ela ainda é a maior referência de voz feminina da MPB moderna. Quero agradecer à gerente de projetos da Universal, Alice Soares, por ter me convidado para participar junto com ela da coordenação deste relançamento histórico, bem como os amigos Leandro Arraes (que fez as adaptações dos discos), Gê Alves Pinto e sua equipe (que criaram o projeto gráfico das caixas e dos dois novos CDs de raridades) e Tiago Luiz, grande amigo de Brasília, que me ajudou a supervisionar tudo.

 

Caixas "Elis Regina nos anos 60" e "Elis Regina nos Anos 70" coordenadas por Rodrigo Faour

Repercussão na Imprensa:

http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,box-com-24-cds-de-elis-regina-chega-ao-mercado,834132,0.htm

 

 

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Inezita Barroso ganha caixa de 6 CDs idealizada por Faour, resgatando 89 gravações clássicas

Capa da caixa de 6 CDs, "O Brasil de Inezita Barroso", lançada pela Microservice, com fonogramas da fase em que a cantora gravou na Copcabana

Aos 60 anos de carreira e 86 de vida, a intérprete, violonista e violeira Inezita Barroso é um exemplo de vitalidade e paixão no exercício de sua profissão. Nunca parou de fazer shows, grava com certa regularidade e é a apresentadora mais idosa em exercício da TV Brasileira, há 31 anos à frente do “Viola, minha viola”, na TV Cultura. Fora que em todo esse tempo jamais deixou de divulgar apaixonadamente o que ela chama de autêntica música do Brasil – folclórica e caipira, além dos clássicos de nosso cancioneiro.

Para celebrar essas seis décadas ininterruptas de fidelidade a um gênero tão expressivo de nossa cultura, a caixa O Brasil de Inezita Barroso – O folclore explosivo, o sertanejo autêntico e as pérolas regionais é desde já um clássico. Editada pela Microservice, ela empacota seis CDs com os sete primeiros LPs da intérprete na Copacabana Discos, gravados entre 1955 e 1961, com faixas bônus de 78 rotações e álbuns coletivos, que chegam até 1962, somando 89 faixas remasterizadas.

Tenho muito orgulho de ter idealizado e conseguido colocar na praça este trabalho tão caprichado. Há no encarte do primeiro CD, uma mini-biografia que escrevi de Inezita, e neste e nos demais comentários faixa a faixa da cantora, colhidos de sua memória privilegiada.

Repercussão na imprensa:

Matéria de Luiz Fernando Vianna no jornal O Globo, dia 3/1/2012

 

Nota na coluna de Ancelmo Góis no jornal O Globo - 26.11.11
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Caixa “Metamorfoses” completa a discografia de Ney Matogrosso

Acaba de chegar às lojas a caixa Metamorfoses, que produzi para a Universal Music. Se a caixa anterior, Camaleão, trazia 16 discos de carreira solo de Ney Matogrosso, do primeiro, “Água do céu – pássaro” (1975) até “À flor da pele” (de 1991), nesta “Metamorfoses” o trabalho foi completado, indo de “As aparências enganam” (1993) até “Beijo bandido” (2009). Se na primeira predominava um tom mais explosivo, over e abusado, nesta, acompanhando a evolução de costumes no país, ele não deixou de ser ousado, mas não havia mais necessidade de ser às vezes tão agressivo e de exagerar na ambiguidade sexual. Sendo assim, se permitiu realizar trabalhos mais intimistas, tributos diversos e até uma parceria com Pedro Luís e A Parede.  São 14 CDs de carreira, 1 coletânea dupla com algumas gravações inéditas (escolhidas por Ney, em 2006, intitulada “Vinte e cinco”) e 1 belíssimo CD duplo de raridades que traz o mesmo nome do box, com faixas escolhidas por mim e pelo próprio cantor – algumas já eram para ter saído na anterior, mas não havíamos conseguido as autorizações. A Universal Music fez história ao lançar esta segunda caixa, por recolocar no mercado a íntegra da obra de um artista excepcional, do quilate de Ney Matogrosso.

Frente e verso da caixa "Metamorfoses", cujo design é de Flávia Oliveira

 

Capa do CD Metamorfoses, com 31 faixas avulsas de Ney Matogrosso, que vem junto com a caixa homônima, recém lançada pela Universal Music
Delicioso repertório do CD Metamorfoses, cuidadosamente escolhido por mim e pelo próprio cantor
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Faour produz duas caixas de Maria Bethânia para a Universal Music

Depois de reeditar 33 discos de Bethânia em 2006, agora a Universal Music – na figura da querida Alice Soares, do marketing estratégico – me convidou para produzir novamente o relançamento dos 22 discos de Bethânia que pertencem ao acervo desta gravadora, que já se encontravam esgotados no mercado. Desta vez, ao invés de avulsos, os CDs foram reunidos em duas caixas – Maria (dos períodos 1967 e 1971-1978) e Bethânia (dos períodos 1978-1984 e 1989-1995). Decidi então incluir também a trilha do filme Quando o carnaval chegar (com Chico Buarque e Nara Leão, 1972) e Doces Bárbaros (com Gal, Gil e Caetano, 1976), que não estavam na coleção original, num total de 24 discos e mais dois de faixas avulsas intitulados Maria Bethânia – Anos 70 e Maria Bethânia – Anos 80 e 90. Todos trazem textos meus com depoimentos exclusivos da cantora. Um mar de canções antológicas na interpretação sempre teatral da cantora que melhor valorizou a palavra na MPB.

Caixas Maria e Bethânia, produzidas por Rodrigo Faour para a Universal Music
Caixas "Maria" e "Bethânia" com 13 CDs cada do período Elenco/Philips/PolyGram da cantora, gravados entre 1967 e 1995
Caixas "Maria" e "Bethânia" - verso - produzidas por Rodrigo Faour para a Universal Music
Verso das caixas "Maria" e "Bethânia" lançadas pela Universal Music
Matéria de Luiz Fernando Viana publicada no Jornal O Globo, domingo dia 26/6/2011