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Faour produz as caixas com os primeiros álbuns de Baby do Brasil e das Frenéticas para a Warner Music

Os primeiros cinco CDs de Baby do Brasil, gravados entre 1978 e 1982, e os quatro álbuns da formação original do sexteto As Frenéticas, registrados entre 1977-1980, finalmente chegam remasterizados ao mercado, com as artes originais, textos contextualizando os lançamentos e diversas faixas bônus. As caixas “Baby Consuelo do Brasil” e “As Frenéticas – 40 anos de Dancin’days” são lançadas agora pela Warner Music.

Caixa "Baby Consuelo do Brasil", produzida por Rodrigo Faour para a Warner Music

A caixa de Baby do Brasil tem ainda como bônus canções para especiais infantis (“Emília, a Boneca gente” e “A espingarda de rolha”), uma faixa de compacto que nunca havia saído em CD, “Juntos de novo” e uma canção de sucesso do festival MPB 80, “O mal é o que sai da boca do homem”, ao lado de Pepeu Gomes. O box acompanha ainda um encarte com um texto biográfico e depoimentos que a cantora deu à imprensa à época de cada lançamento.

Caixa "As Frenéticas - 40 Anos de Dancin'Days" (Produzida por Rodrigo Faour para a Warner Music)

No caso das Frenéticas, o box apresenta 17 bônus tracks, incluindo participações em discos de Gonzaguinha (“A marcha do povo doido”), Belchior (“Corpos terrestres”) e Erasmo Carlos (“Se você pensa”), canções para os especiais infantis da “Arca de Noé” (“Aula de piano”, “O pintinho”), um projeto de frevo da CBS, “Asas da América” (“Bye, bye, my baby”) e as três que gravaram quando se reuniram novamente em 1992 por ocasião da novela “Perigosas peruas” (a faixa de abertura do folhetim homônimo, “Oh, boy” e “Lefudezvous”, além de quatro divertidas mensagens para as rádios que gravaram em compacto.

Finalmente, há três faixas nunca lançadas, a canção de duplo sentido “Açúcar candy” (Sueli Costa/ Tite de Lemos), lançada por Ney Matogrosso em seu primeiro LP; e versões em espanhol de “Perigosa” e “Dancin’days” feitas para o mercado argentino. Há ainda uma inédita em CD, a faixa “Tutti-Frutti”, último grande sucesso do sexteto, onde dividem as vozes com Miguel Bosé, ator/cantor espanhol, à época um ídolo teen.

Quero agradecer à Elaine Medeiros da Warner Music pela parceria neste projeto.

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Faour assina produção, pesquisa e textos da caixa de 15 CDs, “Jackson do Pandeiro – o Rei do Ritmo”, lançada pela Universal Music

Amigos, finalmente está chegando às lojas uma caixa de 15 CDs de JACKSON DO PANDEIRO. Foi um trabalho de equipe, capitaneado por Alice Soares, gerente de Marketing Estratégico da Universal Music, com a ajuda de Maysa Chebabi, coordenadora de label copies da gravadora, e produção, pesquisa e textos meus. Ao todo, foram cerca de 10 anos de trabalho para localizar editoras e autores desaparecidos. A boa notícia é que todos os tapes originais do período em que Jackson gravou na antiga Philips foram encontrados e o som está um primor, com a mais alta qualidade técnica. Preparem-se…

Há registros de quatro décadas do grande cantor, compositor e pandeirista – dos anos 1950 aos 80. Além das gravações iniciais do artista da fase Copacabana Discos (1953-1957), há a fase mais rara de sua discografia, da Philips dos anos 1960-1965, jamais reeditada nem mesmo no formato LP. Além disso inclui na íntegra os discos “Aqui tô eu” (1970) e “Isso é que é forró” (1981), derradeiro álbum do artista falecido em 1982, além de dois CDs duplos apenas de faixas avulsas retiradas de compactos, 78 rpm e álbuns coletivos de carnaval, festas juninas e forró.

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Ney Matogrosso ganha nova caixa, com seus 6 primeiros CDs, com produção de Faour

Os seis primeiros e ousados álbuns de Ney Matogrosso, depois de serem licenciados pela Warner Music à Universal Music na caixa “Camaleão”, de 17 CDs, voltam agora na caixinha “Ney Matogrosso Anos 70”. A diferença é que os mesmos agora foram remasterizados a partir dos tapes originais o que lhes conferem uma melhora substancial nos áudios. É ouvir para crer.  São eles: “Água do céu – Pássaro” (1975), “Bandido” (1976), “Pecado” (1977), “Feitiço” (1978), “Seu tipo” (1979) e “Sujeito estranho” (1980). Em ambas as caixas há textos assinados por mim contando a história de cada disco.

CAIXA "NEY MATOGROSSO ANOS 70" WARNER - PROD. POR RODRIGO FAOUR

 

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Caixa de 7 CDs dos Mutantes lançada pela Universal Music tem a colaboração de Rodrigo Faour, com direito a textos inéditos e CD de raridades

Tive a honra de ser convidado pela Alice Soares da Universal Music para elaborarmos esta deliciosa caixa (de 7 CDs) OS MUTANTES, reunindo todas as gravações de sua formação original. Além dos 6 CDs de carreira, montei o CD “Mande um abraço pra velha”, com 13 pérolas raras do grupo. Quero dizer ainda que há um LIBRETO contando um pouco da história dos primórdios do rock no mundo, e especialmente no Brasil, e a contextualização de disco a disco.

Caixa de 7 CDs - Os Mutantes - Produzida por Alice Soares e Rodrigo Faour
O que todos hoje fazem por aqui misturando um ritmo com outro, brasileiro com internacional, humor, deboche e anarquia, naquele tempo ninguém fazia. OS MUTANTES foram os pioneiríssimos nisso. E honra maior foi ter recebido um elogio por este texto de um dos meus ídolos de infância, Roberto de Carvalho- que junto com Rita Lee criaria o pop nacional dali a alguns anos. Muitas emoções…

Os Mutantes ganham Caixa pela Universal Music com curadoria de Rodrigo Faour
Rodrigo Faour com a caixa de 7CDs Os Mutantes que produziu com Alice Soares par aa Universal Music

Esta é a capa da coletâena – elogiadíssima pela imprensa – que criei para a caixa OS MUTANTES. Batizei-a de MANDE UM ABRAÇO PRA VELHA, afinal, pode haver título mais nonsense e divertido para um disco deste grupo, que sempre primou pela anarquia, humor e diversão? A faixa-título foi a última gravação do grupo com a formação original, composta e apresentada no VII Festival Internacional da Canção, de 1972. Eis o tracklist:

1 – Domingo no parque – com Gilberto Gil
2 – Canção para inglês ver / Chiquita bacana
3 – Ando meio desligado (versão compacto)
4 – The rain, the park and other things
5 – Cinderella-rockfella
6 – Glória ao rei dos confins do além
7 – Baby – com Caetano Veloso
8 – Saudosismo – com Caetano Veloso
9 – Marcianita – com Caetano Veloso
10 – A voz do morto – com Caetano Veloso
11 – Lady Madonna
12 – Mande um abraço pra velha
13 – Ando meio desligado (ao vivo)

(capa: Lastudio / direção de arte: Lêka Coutinho / Ilustração: Fabiano Feroli / Projeto gráfico: Leandro Arraes)

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Três álbuns fundamentais de Emílio Santiago voltam ao catálogo, com ajudinha de Faour

É com muita alegria que venho participar a vocês o lançamento da série TRÊS TONS com EMÍLIO SANTIAGO – que produzi para a Universal Music a convite de Alice Soares, do Mkt estratégico da gravadora. Trata-se da REEDIÇÃO de discos originais que o cantor gostava muito – COMIGO É ASSIM (77), O CANTO CRESCENTE (79) – meu favorito – e GUERREIRO CORAÇÃO (80), nos quais ele canta o fino da MPB com lindos arranjos. Há no libretinho aspas inéditas dele sobre “O canto crescente”, pois era um disco que há muito eu acalentava relançar.

TrêsTons de Emílio Santiago - Uma produção Universal Music / Alice Soares/ Rodrigo Faour