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Coletântea de clássicos juninos é lançada pela Universal Music com seleção de repertório de Faour

O CD “Festa no Arraial” (Universal Music) traz uma seleção eclética de clássicos das Festas Juninas e outras menos conhecidas, mas igualmente saborosas, elaborada por Rodrigo Faour. Mais um projeto em parceria com Alice Soares, gerente de marketing estratégico da gravadora. Vale destaque as músicas “O Casamento da filha do Facêta” (Os Trapalhões) e “Quadrilha é bom” (Marinês e sua gente) inéditas em CD.

CD Festa no Arraial - Seleção de repertório: Rodrigo Faour

 

10 replies on “Coletântea de clássicos juninos é lançada pela Universal Music com seleção de repertório de Faour”

O CD é excelente: quem ainda não comprou a coletânea, está perdendo!

Oi Rodrigo, tudo bem?

Soube há pouco que o box tão esperado da Alcione intitulado “Eu sou a Marrom” com sua curadoria vai sair apenas nas plataformas digitais. Que tristeza! E o que li é que foi uma decisão da gravadora por achar que não haveria público suficiente para comprar o box. Rodrigo, por favor, implore , suplique lá na Universal para que este box saia em edição física. Com certeza terá muita gente querendo isso. Além do mais é a melhor fase da carreira dela. Eu particularmente só gosto do CD físico, pois tem toda a magia do manuseio do encarte e suas artes gráficas, o prazer em colocar e tirar o CD do aparelho etc. Vou ficar na expectativa e na esperança de que em breve o box saia em edição física. Estamos todos na torcida!
Um grande abraço!

José Alberto

É interessante observar a mercado de música: há muito tempo, dizem que o CD acabou. No entanto, é só pegar discos, em especial lançamentos voltados para o público mais jovem, para ver as muitas tiragens deles. Eu ainda espero que saiam gravações que eu gostaria de ter nesse formato; quando acontecem, eu corro logo para garantir minha cópia!

Eu também acho importante. Mas o mercado como um todo do CD físico está muito ruim, agravado pela crise do país. Vamos rezar para que as coisas melhorem!

Pois é Rodrigo, eu sei que a crise está aí. Mas vamos pressionar, pois os fãs dela são muitos e será um box que não virá com muitos CDs, por isso mesmo, provavelmente, o preço não será tão orbitante, garantindo, assim, um número razoável de vendas.
Vamos torcer!

Abração, querido!

José Alberto

Oi Rodrigo

Li agora outra notícia decepcionante. A caixa das Frenéticas produzida por você não vai sair. Lamentável tudo isso, mas vamos manter o pensamento positivo para que essa crise misturada com o a falta de sensibilidade dos executivos passe.

Abraço, querido!

Jornalistas, internautas etc comentam que CDs estão deixando de ser lançados, mas é preciso lembrar que Renato Russo teve reunido o trabalho solo em 2016; há, da Universal Music, a série “Tons”, cujo último título foi dedicado ao Belchior. Saiu, pela Sony Music, o box de Guilherme Arantes… Apesar de não serem caixas, ela também colocou nas lojas o disco de estréia do Hanói Hanói, inédito no formato, além do primeiro trabalho do Metrô, numa edição muito caprichada, com dois discos. O álbum do Skank de maior vendagem, então, ganhou versão com três discos! A Som Livre surpreendeu, trazendo de volta títulos do catálogo dela (de Marcos Valle, por exemplo). Falo isso para que as pessoas não se desanimem!!!

Em tempo: mal chegaram (lá na Cultura), a coletânea das parcerias de Lulu Santos e Nelson Motta, “Lulu & Nelsinho”, bem como o tributo “Silva canta Marisa”, em que Silva faz releituras do repertório de Marisa Monte, estão na segunda tiragem.

Poxa, Rodrigo, achei que teríamos uma coletânea para o carnaval também! Pensei em “Balancê”, com a maior cantora do mundo, Gal Costa, começando o disco…

Em compensação, saiu recentemente o disco “A Bossa Nova é Nossa”, muito bom para ser ouvido neste verão, que está no final!

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