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Opinião de Faour

Faour escreve um olhar sobre a discografia de Maria Bethânia em “O Globo”, na comemoração dos 50 anos de carreira da cantora

Enquanto não realizo o sonho de voltar à imprensa como colunista de comportamento, música e cultura em geral [já que passo a vida observando as pessoas e vendo e ouvindo tudo a meu redor com atenção], tive a emoção de ser convidado pelo meu querido LEONARDO LICHOTE para escrever um olhar sobre a discografia de MARIA BETHÂNIA hoje em O GLOBO. E logo sobre uma obra que me encanta desde os 6, 7 anos quando ouvia o LP “Álibi” e o K7 de “Mel” e que tantos anos depois, em 2006, consegui reeditar em CD junto a outros 31 discos dela, simultaneamente, em 3 gravadoras, quando ela completou 60 anos (com o apoio essencial dos executivos da Universal {Ricardo Moreira}, EMI {Luiz Garcia} e Sony {Josélia Telles}). Mas estar nessas páginas de O Globo numa data tão especial quanto esta dos 50 anos de carreira da Abelha Rainha é um presente que 2015 me deu já de saída, mostrando que é preciso seguir seu exemplo: resistir, num país sempre tão hostil à cultura. Obrigado, mais uma vez, ao Leo e à editoria de O Globo pela maravilhosa oportunidade.

http://oglobo.globo.com/cultura/musica/marca-autoral-um-olhar-sobre-discografia-de-maria-bethania-14959849

Rodrigo Faour e Maria Bethânia no camarim do Vivo Rio (foto: Alexandre Moreira)
Rodrigo Faour e Maria Bethânia no camarim do Vivo Rio (foto: Alexandre Moreira)

 

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